No 6º arrondissement de Paris, no cruzamento do Boulevard Saint-Germain e da rue Saint-Benoit. Acesso a 172 bd Saint-Germain, 75006 Paris, metrô Saint-Germain des Prés, tel: 01 45 48 55 26


O Café de Flore nasce com a tercera República de 1887. Ela leva o nome da pequena divindade esculpida no outro lado do Boulevard San Germano des Pres. Charles Maurras fará seu apartamento em Paris, no primeiro andar, onde escreveu o Sinal da Flora. Os fundadores da Ação francês reuniu-se com ele. Maurras livro é o eco de seus debates, cujos descendentes ainda afirmam a doutrina. Muitos intelectuais como Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir tiveram seus hábitos. No início, local de movimentos intelectuais, associações como o liberal Liberté chérie (libertade querida) regularmente realizaba suas conferências. Em Setembro, o júri do Flora dá prêmio a um jovem autor de talento considerado promissor. Testemunhou grandes momentos na literatura e o cinema local, para gatos e surrealistas, que foram logo seguidos pelos diretores da New Wave. O Café de Flore foi também o local de encontro da existencialista Simone de Beauvoir que escreveu o Sang des autres (Sangue de outros), e Jean Paul Sartre con sus Caminhos da Liberdade. O avô do existencialismo e da figura de resistência, ele apareceu regularmente durante a Segunda Guerra Mundial, levando sua jaqueta de couro e boina. Camus, Picasso e Apollinaire também frequentava o Flore. Este é um dos cafés mais famosos do mundo, lutando para manter sua aura de Rive Gauche, apesar das hordas de visitantes de todo o mundo.